Misa: Mas eu sei lidar com a minha fragilidade, L. Ela me dá força.
L: Mas você a está mostrando para mim, sabia que posso analisar suas “brechas” e tentar usar elas? No meu caso... Não há problema.
Misa: Mas você não vai fazer isso, porque estou me mostrando a você como uma criança faria... Você não vai me fazer mal por isso.
L: Mas... E se alguém que também vê... E tenta se aproximar de você?
Misa: Mas eu não demonstro isso a ninguém. Eu te falei... Não sou de conversar com qualquer um. Converso coisas superficiais. O que estou dizendo aqui são coisas que só digo a mim mesma, justamente porque acho que você não vai se aproveitar disso.
L: Bem que eu gostaria, mas não posso. Você confia em mim.
Misa: Pois é, confio mesmo. Você não seria tão mal de fazer isso comigo. Você é o contato que mais gosto.
L: Embora sendo o mais frio. Pareço ter sempre uma mão a te estender.
Misa: Obrigada por isso. Eu agradeço muito.
L: Bem... Eu devo parar com sentimentalismo agora... Se for para me envolver com você no futuro... Isto vai acontecer e não preciso me preocupar, nem você.

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